terça-feira, 1 de maio de 2012



Princesa, não sou uma humilde serva, entretanto nunca estive tentando roubar seus anões ou um príncipe [des]-encantado, este é um aviso aos seus olhos de personagem brutalmente pornográfica e leve, todos sonharam com bebês siameses filhos do príncipe e de todos os pequeninos, ambos rasgaram seu lindo vestido com o céu o da boca, talvez prometessem o desconhecido e conspiraram contra suas vestes muitíssimo copiadas. Jamais prometeria a você um reino mais refinado, pois - quando venta, disforme e inconsequente - seus cabelos acenam para uma decadência para qual pedi um urso polar vermelho e que ficasse responsável por quaisquer tarefas atribuídas ao lago artificial, habitante de minhas unhas e velho baderneiro quando o desejo chama-se: descoberta. 

Vá. 


Lembre da minha cegueira, logo nunca perceberei quanto tempo as paisagens rondaram sua cabeça, é desta forma que digo: existe ali - depois da rua cinza, na  qual transformei meu sangue coagulado numa cápsula, para um alimentar qualquer astronauta tolo e com a face do heroísmo patético -  o grande infinito de peles desertas e antigas, aconselho: toque-as com o coração de pomba que dei a você como mimo. 


O óbvio pode ser qualquer coisa nunca vista: castelos vermelhos e aveludados, coelhos praticantes de automobilismo e  atendentes de telemarketing, os ossos que não engoli, nuvens jorrando creme dental ou até a fotografia de nossos dedos esquerdos entrelaçados, afirmo a verdadeira loucura presente em nossos cílios, perca-se e entenda todas as respirações abortadas nesta mensagem.




Um comentário:

Fênix disse...

há tempos que não passava por aqui... seu pensamento continua me fazendo viajar pelas linhas que voce escreve