sexta-feira, 25 de maio de 2007

Viúva na traição.






Temo pelo fim mas as bochechas já estão saudosas de rir, você sabe que não exijo apenas o riso fácil – quero a infância e suas eloquências pueris. Nosso diálogo é  uma abstração fantasiosa apesar de meu desejo ser devorar cada uma de suas palavras lacônicas. Enquanto está no vão dos meus dedos a palma da tua mão esquerda esmaga-me, afinal você sempre foi o único vencedor neste jogo e eu sempre estive entregue – a qualquer coisa. Revisto-me de papelão e rezo – para todos os anjos – pedindo que não reconheça o quão perdida estou nessa unilateralidade, ainda assim você percebe a menina-empacotada e não promete leva-la para casa, diz somente: [...]




Um comentário:

Unknown disse...

subculture girl...